terça-feira, 21 de outubro de 2014

BATISMO - SACRAMENTO DE ADULTO - COMUNICAÇÃO



Foto: Rosana Mendes - Pascom


Responsáveis: Batismo, Sacramento de Adulto  e  Comunicação
Convidados: Saúde e Hospital Municipal
Tema: Família, assume a tua cruz
Data: 17.10.2014



     O matrimônio cristão é um princípio integrador da pessoa humana que escolhe este estado de vida. Existe uma bondade no amor conjugal, somente o homem e a mulher são capazes de uma aliança matrimonial duradoura, é realização de pessoa para pessoa, enriquecida de uma dignidade tal que tanto as expressões corporais, quanto àquelas espirituais enobrecem quem assume este estado de vida.
     A fidelidade na união corporal é para a fé cristã aquela forma íntima de comunhão de vida, não deve ser vista como uma mera obrigação proveniente de um contrato, mas tanto a indissolubilidade quanto a fidelidade são expressões do dinamismo matrimonial, forma íntima de caridade de vida, resposta profética às ameaças contra a família tão amplamente, divulgadas e promovidas pelos meios de comunicação de massa, pelos formadores de opinião e por posições contrárias à promoção da dignidade humana.
     O amor conjugal exprime a sua verdadeira natureza e nobreza, quando se considera na sua fonte suprema, Deus que é amor. Um amor plenamente humano é ao mesmo tempo espiritual e sensível. Não é um simples ímpeto do instinto ou do sentimento, haja vista não somos bichos, mas é principalmente um ato da vontade livre, destinado a manter-se e a crescer, mediante as alegrias e as dores da vida cotidiana, de tal modo que os conjugues se tornem um só coração e uma só alma e alcancem juntos a sua perfeição humana.
Algumas características do amor humano, isto é daquilo que nos diferencia do resto dos animais não dotados de razão, liberdade e vontade:

01. É espiritual e sensível
02. É total, significa que quem ama o consorte não ama apenas por aquilo que dele recebe, mas principalmente por aquilo com o qual pode enriquecê-lo.
03. É fiel e exclusivo. Até a morte de um dos cônjuges. Fidelidade que por vezes pode ser difícil; mas que é sempre nobre e meritória ninguém o pode negar.
04. É fecundo. Não se esgota na comunhão entre os cônjuges, mas que está destinado a continuar-se, suscitando novas


Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom
Foto: Rosana Mendes - Pascom

      A cruz de Cristo é a máxima expressão do amor de Deus Pai por cada um de nós. Cristo assumiu a morte de cruz para levar às últimas consequências o amor. De fato, todo amor ou é exigente ou não é verdadeiro amor. É preciso que os homens de hoje descubram este amor exigente, porque nele está o alicerce verdadeiramente firme da família, um alicerce que é capaz de << tudo suportar >>.
     Todo amor é livre, mas a liberdade não pode ser entendida como faculdade de fazer o que quer que seja. Significa disciplina interior do dom. O individualismo supõe um uso da liberdade onde o sujeito faz o que quer, << estabelecendo >> ele mesmo  << a verdade >> daquilo que lhe agrada ou se lhe torna útil. Não admite que outros << queiram >> ou exijam algo dele, em nome de uma verdade objetiva. Não quer <> a outrem sobre a base da verdade, não quer tornar-se um dom << sincero >>. O individualismo permanece, por conseguinte, egocêntrico e egoísta. Expressão de quem estagnou numa fase infantil de sua vida e nunca foi capaz de crescer verdadeiramente como pessoa.   Todo individualista é uma pessoa estagnada, retrograda, egocêntrica, indiferente e incapaz de tomar decisões que lhe comprometa para a vida toda.
     Quantas famílias levadas à ruína precisamente pelo << amor livre >>! O << amor livre >>  explora as fraquezas humanas, conferindo-lhes uma certa << moldura >> de nobreza com a ajuda da sedução e com o favor da opinião pública. Mas não se tomam em consideração todas as consequências que daí derivam, especialmente quando a pagá-las são,  para além do cônjuge, isto é, os filhos, privados do pai ou da mãe e condenados a serem, de fato, órfãos de pais vivos.
      A cruz de cristo é o máximo símbolo de perdão. O amor dos cônjuges e dos pais possui a capacidade de curar as feridas abertas pelos erros de um dos cônjuges. Tal capacidade depende da graça divina do perdão e da reconciliação, que assegura o vigor espiritual. Por isso mesmo, os membros da família têm necessidade de encontrar Cristo na Igreja, por meio do admirável sacramento da Penitência e da Reconciliação.
     A Igreja professa que o matrimônio, como sacramento da aliança dos esposos, é um << grande mistério >>. Através da família, passa a história do homem, a história da salvação da humanidade. À família está confiado o dever de lutar, sobretudo para libertar as forças do bem, cuja fonte se encontra em Cristo Redentor do homem. É preciso fazer com que tais forças sejam assumidas por cada núcleo familiar.


Deus abençoe a todos.

Pe. Júlio César


Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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Pastoral da Comunicação
Uma Pastoral Missionária a Serviço da Evangelização


sábado, 18 de outubro de 2014

MATRIMÔNIO E EUCARISTIA




Foto: Paulo Raimundo - Pascom

RESPONSÁVEIS:  Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e Terço dos Homens
CONVIDADOS: Condomínio Vila Vitória e Velho Monge 
Data: 16.10.2014


Estabelecendo a relação entre Matrimônio e Eucaristia, podemos dizer que tanto um quanto outro Sacramento é sinal de Comunhão entre Deus e os homens. De tal forma que assim como a Eucaristia é o Sacramento da Comunhão por excelência, também o matrimônio é comunhão de vida e de amor entre um homem e uma mulher. Assim como na Eucaristia, Jesus se doa inteiramente em sacrifício por toda a humanidade, também no Matrimônio marido e mulher se dão e se recebem mutuamente, de forma completa e total e ambos para os filhos. Assim como no Sacramento da Eucaristia Jesus declara todo o seu amor para conosco, também no Matrimônio cristão homem e mulher repetem um ao outro aquela belíssima doação de entrega total e absoluta, experimentada de maneira profética na vivência da fidelidade conjugal e na observância aos votos prometidos diante do altar do Senhor.
O amor sempre fiel de Cristo no Sacramento da Eucaristia é o máximo exemplo a ser seguido pelos esposos cristãos. O sacramento da Eucaristia foi na última ceia a antecipação do sacrifício realizado uma vez por todas no lenho da cruz. De fato, antes de ser entregue, Jesus reuniu os seus apóstolos para uma refeição, nesta refeição Jesus tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a cada um dizendo: “tomai todos e comei este é o meu corpo que será entregue por vós”, fez o mesmo com o vinho dizendo: “tomai todos e bebei este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança que será derramado por  vós e por todos para a remissão  dos pecados”. De fato, todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste vinho anunciamos a morte de Jesus e esperamos a sua volta.
 A instituição da Eucaristia fornece para nós cristãos os elementos essenciais do matrimônio cristão. Assim como a Eucaristia é festa, também o matrimônio é um   entrelaçamento de congratulação entre marido  e mulher. Mas a última ceia é também a antecipação do sacrifício da cruz, bem como acontece no matrimônio cristão, onde marido e mulher são convidados ao sacrifício permanente um ao outro e ambos aos filhos. Assim como a Eucaristia é sacramento da salvação, também o matrimônio é o testemunho profético da salvação futura, visto que a fidelidade matrimonial é antecipação das núpcias eternas.
Todas as vezes que celebramos a Eucaristia fazemos memória da morte e ressurreição de Jesus. Também no matrimônio cristão, faz-se memória do sacrifício e atualização do amor radical que deve existir entre os cônjugues. Se a cruz de Cristo é a máxima expressão de amor, a cruz que muitos casais carregam na sua vida, o perdão mútuo, testemunha a esperança futura. A Eucaristia, enquanto sacramento da nossa salvação, expressa o mistério da aliança de amor entre Deus e os homens, por isso o sinal que plenifica o amor conjugal é a aliança, pois assim como a Eucaristia é aliança inquebrantável, também o vínculo de unidade matrimonial não pode ser desfeita.
Eucaristia é fonte de vida, da mesma forma que o matrimônio cristão é para a geração dos filhos nascidos daquela aliança de amor que Deus estabeleceu desde o início. A Igreja fabrica a Eucaristia, assim como é do seio da mãe que é produzido o alimento dos seus filhos e filhas nascidos da aliança de amor conjugal.
Prezada família, marido e mulher, vivam a alegria de testemunho profético do vosso matrimônio, na certeza que um dia, vocês estarão participando do banquete das núpcias eternas.
Pe. Júlio César


Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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Pastoral da Comunicação - Pascom
Uma Pastoral Missionária a Serviço da Evangelização

terça-feira, 14 de outubro de 2014

FESTEJO MENINO JESUS DE PRAGA - CONVITE



FESTEJO MENINO JESUS DE PRAGA - CONVITE


















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