PERÍODO QUARESMAL E SEMANA SANTA 2018
QUARTA - FEIRA DE CINZAS
Marcando o início do Tempo
Quaresmal, foi celebrada nas comunidades que compõem a Paróquia Menino Jesus de
Praga, A Santa Missa de Quarta – Feira de Cinzas. Na Igreja Matriz, a cerimônia
teve seu início às 07 h tendo sido celebrada pelo Padre Júlio César e que
contou com um expressivo número de paroquianos. Às 19 h novamente na Igreja Matriz, uma segunda Santa Missa se
fez acontecer.
A Quarta-feira de Cinzas foi
instituída há muito tempo na Igreja; dia que marca o início da Quaresma, tempo
de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus, sentar-se sobre as
cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta para Deus. As cinzas
bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer,
que somos pó e ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19), para que nosso corpo
seja refeito por Deus de maneira gloriosa, para não mais perecer.
A intenção desse sacramental é
levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma, é
fazer-nos lembrar de que não podemos nos apegar a esta vida, achando que a
felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva
é o céu.
Fonte: https://formacao.cancaonova.com
Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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VIA - SACRA
A devoção da Via-Sacra consiste na oração mental de acompanhar o Senhor Jesus em seus sofrimentos conhecidos como a Paixão de Nosso Senhor , desde o Tribunal de Pilatos até o Monte Calvário.
Essa meditação teve origem no tempo das Cruzadas (século X). Os fiéis, que peregrinavam à Terra Santa e visitavam os lugares sagrados da Paixão de Jesus, continuaram recordando os passos da Via Dolorosa de Jerusalém em suas pátrias, unindo essa devoção à Paixão.
No fim do século XIV, já havia
um roteiro comum, que percorria, em sentido inverso, a Via crucis. Este
começava na Igreja do Santo Sepulcro, no Monte Calvário, e terminava no Monte
das Oliveiras. As estações desse caminho eram bem diferentes da via atual.
Alguns autores do fim do século XV, como Félix Fabri, afirmavam que esse
itinerário – do Calvário ao Monte das Oliveiras – era o mesmo que a Virgem
Maria costumava percorrer, recordando a Paixão de seu amado Filho Jesus Cristo.
Os
peregrinos que visitavam a Terra Santa, no fim da Idade Média, testemunhavam um
extraordinário fervor, pois arriscavam suas vidas na viagem e se submetiam às
humilhações e dificuldades impostas pelos muçulmanos ocupantes da Palestina.
Tal fervor fez com que muitos cristãos, que não podiam ir à Terra Santa,
desejassem trocar a peregrinação pelo exercício de piedade realizado nas
igrejas e mosteiros. Esse desejo fez com que fosse desenvolvido o exercício do
caminho da Cruz de Jesus Cristo.
O fervor
levou os fiéis a percorrerem o caminho doloroso do Senhor Jesus na ordem dos
episódios da história da Paixão de Cristo. A narrativa da peregrinação do
sacerdote inglês Richard Torkington, em 1517, mostra que, no início do século
XVI, já se seguia a Via dolorosa do Senhor na ordem dos acontecimentos. Isso
possibilitava aos fiéis reviver mais intensa e fervorosamente as etapas
dolorosas da Paixão. No Ocidente, as pinturas ou esculturas das estações da
Via-sacra eram variadas. Algumas delas tinham apenas sete ou oito estações.
Outras contavam com 19, 25 ou até 37 estações na Via dolorosa de Cristo. Em
1563, o livro “A peregrinação espiritual”, de Jan Pascha, descreve uma viagem
espiritual que deveria durar um ano, num roteiro que partia de Lovaina para a
Terra Santa.
Como surgiram as 14 estações
Cada dia
dessa peregrinação era acompanhado de um tema de meditação e exercícios de
piedade. Em 1584, Adrichomius retomou o itinerário espiritual de Jan Pascha e
lhe deu a forma que tem a Via-sacra como a conhecemos hoje, ou seja, o caminho
da cruz de Cristo acontece a partir do pretório de Pilatos, onde Jesus foi
condenado à morte, num total de 14 estações, até o Calvário, onde morre o
Crucificado.
Os
franciscanos tiveram um papel importante na propagação do exercício da
Via-sacra. Desde o século XIV, estes são os guardas oficiais dos lugares santos
da Terra Santa e, talvez por isso, dedicaram-se à propagação da veneração da
Via-sacra em suas igrejas e conventos. Desde o fim da Idade Média, os
franciscanos erguiam estações da Via-sacra, segundo o roteiro de Jan Pascha e
Adrichomius. Isso fez com que essa forma prevalecesse sobre as outras formas de
devoção da Via dolorosa de Cristo. Foram também os franciscanos que obtiveram
dos Papas a concessão de indulgências ao exercício da Via-Sacra. Dentre os
filhos de São Francisco, destaca-se São Leonardo de Porto Maurício, que ergueu
572 “Vias-sacras” de 1731 a 1751.
Assim, o exercício da Via
crucis desenvolveu-se ao longo dos séculos até atingir sua forma atual, a
partir da obra de Pascha e Adrichomius no século XVI. A aprovação da Santa Sé e
a concessão de indulgências mostram que a veneração e a meditação da Via
dolorosa de Cristo fazem muito bem para a piedade cristã, especialmente no
tempo da Quaresma. Por isso, desfrutemos dos benefícios da Paixão de Cristo
como são propostos pela Via-sacra, piedade que santifica os fiéis cristãos a
tantos séculos.
Fonte: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/via-sacra/
Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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ATO PENITENCIAL E MUTIRÃO DA CONFISSÃO
Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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DOMINGO DE RAMOS
Aconteceu na manhã de
Domingo, a tradicional Procissão de Ramos da Paróquia Menino Jesus de Praga (vide fotos)
que contou com um grande número de Paroquianos.
Foi iniciada às 6 h 30
min na Comunidade São Francisco de Assis onde está sendo erguida a Igreja com o
mesmo nome e teve seu final na Igreja Matriz Menino Jesus de Praga, onde foi
celebrada a Santa Missa de Ramos pelo Pároco Pe. Júlio César e concelebrada
pelos diáconos Artur Pereira e Marcus Vinicius.
A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de
Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e
aclamado pelo povo simples que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do
Senhor”. Esse povo, há poucos dias, tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia e estava maravilhado, pois tinha
a certeza de que esse era o Messias anunciado pelos profetas, mas, esse mesmo
povo tinha se enganado com tipo de Messias que Cristo era. Pensava que, fosse
um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de
Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.
Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e
político, um libertador efêmero, e sim, o grande Libertador do pecado, a
raiz de todos os males, então, o Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos
patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez
terrena. Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início
à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de
Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.
O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciarmos a nós
mesmos, morrermos na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar
os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das
comodidades e das facilidades, para nos colocar diante d’Aquele que veio ao
mundo para salvá-lo.
https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/quaresma/a-importancia-do-domingo-de-ramos/
Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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PROCISSÃO DO FOGARÉU E SANTA MISSA DA CEIA DO
SENHOR
Aconteceu nesta Quinta – Feira Santa na Paróquia Menino Jesus de Praga, a conhecida Procissão do
Fogaréu, em outras palavras, a prisão de Jesus Cristo. “Judas arrumou uma tropa
e alguns guardas dos chefes dos sacerdotes e fariseus e chegou ao jardim com
lanternas, tochas e armas” (Jo 18, 3).
Um beijo traiçoeiro na face de Jesus
Cristo marcou a traição de Judas. “Então a tropa, o comandante e os guardas das
autoridades dos judeus prenderam e amarraram Jesus” (Jo 18, 12). Era o começo
de algumas horas de intenso sofrimento. Julgado por pessoas que não tinham
condições nenhuma de proceder tal julgamento.
Com a chegada da procissão do Fogaréu à
Igreja Matriz, deu-se início a Santa Missa da Ceia do Senhor. Após a homília
foi realizada a cerimônia do Lava-Pés. “Colocou água na bacia e começou a lavar
os pés dos discípulos, enxugando com a toalha que tinha na cintura” ( Jo 13, 5
).
Ao término da Santa Missa, começou a
Adoração ao Santíssimo Sacramento. “... Fiquem aqui e vigiem comigo.” ( Mt 26. 38 ). Convém lembrar que, foi nesse
dia, que Jesus Cristo instituiu a EUCARISTIA como nosso alimento.
Foto: Raimundo Nonato - Comunidade Santa Luzia
Foto: Raimundo Nonato - Comunidade Santa Luzia
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Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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ADORAÇÃO À SANTA CRUZ
Na Sexta – Feira Santa, a adoração ao Santíssimo
Sacramento continuou até às 15 h. Neste
horário, começou a celebração da Paixão do Senhor que apresentou no 1º , 2º e
3º momentos, respectivamente, a Liturgia da Palavra, a Adoração de Cristo na
Cruz e o Rito da Comunhão
Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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SANTA MISSA DA VIGÍLIA PASCAL
A
Vígilia Pascal teve seu início às 19 h com a Bênção do Fogo e em seguida, a
Procissão do Círio Pascal e a Proclamação da Páscoa completando assim, o
primeiro momento da Celebração da Luz.
No
segundo, terceiro e quarto momentos, tivemos respectivamente: a Liturgia da
Palavra, a Liturgia Batismal e a Liturgia Eucarística.
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PASCOM - Uma Pastoral Missionária a Serviço da Evangelização









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