sexta-feira, 10 de julho de 2015

ENCERRAMENTO DO MÊS MARIANO 2015



ENCERRAMENTO DO MÊS MARIANO  2015



          Realizou-se aos 29 de Maio de 2015, o encerramento do Mês Mariano que teve seu início no átrio da Igreja Matriz Menino Jesus de Praga às 17h 30min com a reza do Santo Terço Vivo. Às 19 h  Padre Júlio César Sousa de Jesus deu início  a Santa Missa.


Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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          Os membros de todos os zonais levaram suas imagens, no primeiro dia, para a Comunidade Nosso Senhor do Bonfim localizada no Parque São João onde aconteceu a Santa Missa de abertura do Mês Mariano. Durante todo o mês, foram feitas peregrinações nas residências e, no encerramento, estas mesmas imagens foram trazidas e colocadas na parte lateral interna da Igreja Matriz.


Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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          No final, cinco crianças fizeram a coroação de Nossa Senhora  “Apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés, e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas” ( Ap. 12, 1 ).





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Uma Pastoral Missionária a Serviço da Evangelização












sábado, 13 de junho de 2015

SANTA MISSA DO DIA DAS MÃES 2015



SANTA MISSA DO DIAS DAS MÃES  2015


Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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HOMILIA DA SANTA MISSA DO DIA DAS MÃES  - 10.05.2015


Meus irmãos e minhas irmãs. Nós acabamos de ouvi o Evangelho de João onde somos chamados a prática do amor. O amor bíblico é diferente daquele que se conhece na nossa sociedade, porque ele é a expressão do serviço, da entrega, da doação aos outros. Ele não se confunde com um mero sentimentalismo, mas é aquele que impulsiona toda nossa inteligência, toda nossa vontade em relação ao outro.
Celebrando este 6º Domingo da Páscoa que coincide com o dia das mães que solenemente celebramos. Gostaria de falar um pouco para vocês da família e o papel que ela tem dentro da nossa sociedade. Todos nós sabemos que a família vem sendo bombardeada de todos os lados. São muitos os que buscam tirar aquilo que de mais sagrado está no núcleo da própria família. Aquela dimensão constitutiva feita por Deus desde o início na criação, quando deus fez homem e mulher para que juntos constituíssem uma família e pudessem gerar filhos para Deus.
Assim quando Deus fez o homem e a mulher, ele constitui como Igreja, porque o papel, a missão da Igreja, é aproximar o homem e a mulher de Deus e, por que a igreja está dentro da sociedade, ela precisa cada vez mais apresentar a mentalidade dos seus fiéis e que a Igreja somos verdadeiramente nós. Como Igreja e como família, nós vivemos hoje uma profunda crise; aquela que nós consideramos a crise da fé. A crise da fé se apresenta pelo chamado indiferentismo religioso.
As pessoas até escutam falar da religião. Acham bonito falar da religião. Escutam falar de Deus e acham bonito, mas são indiferentes, a algo que não tocam e que não atingem o íntimo. Ao lado do indiferentismo, existem aqueles que negam por completo a fé e procuram apresentar ao mundo propostas contrárias a fé que nós professamos. É o que nós chamamos de ateísmo pós-moderno.  É uma maneira, uma mentalidade de se viver no mundo sem a dimensão da fé, sem temor de Deus. Ao lado do ateísmo existem outras situações que vão avolumando cada vez mais esta crise: é o secularismo. Ele tem tendência
fortemente consumista.
Palavra secularismo vem de século. Em latim quer dizer aquilo que se refere ao mundo. Paganismo é voltar exageradamente a vida apenas para material. Ao lado do secularismo, o consumismo desenfreado e compra simplesmente pelo prazer de comprar, sem necessidade nenhuma apenas para uma satisfação do ego porque esqueceu a dimensão qualitativa de fraternidade, de solidariedade, partilha do que se tem. Mas ao lado de todas essas crises, existe outro que é a nova forma de se viver a religião como nos fenômenos religiosos.
Uma religião intimista muito pessoal vive a religião do individual. Vive a religião de maneira individual, muito pessoal; o que é bom para mim, o Deus para mim, a fé para mim, tudo concentrado apenas no ego, apenas viver uma fé ensimesmada, incapaz de se abrir ao outro, entregar-se, dar-se. As palavras vão perdendo o peso da nossa consciência e a Igreja, ela tem consciência da gravidade desse drama espiritual pelo qual passa a nossa sociedade. Por exemplo: Dom José Freire Falcão o Cardeal Arcebispo na sua palavra ele disse o seguinte: O drama espiritual do nosso tempo, é a perda do sentido do pecado. O que significa isso? Significa que parece que hoje tudo é permitido, tudo é possível. O limite já não se existe mais. Já não existe mais a mentalidade do limite de até onde eu posso ir ou se acha todo poderoso.
 Quando não se tem consciência de ser pecador também, não existe mais necessidade do perdão de Deus. E quando não se tem consciência do pecado, quando a pessoa não se sente mais pecadora, também não procura mais a Igreja, não procura mais a confissão. O que confessar? Tem muita gente que diz: Sim, confessar pra que mesmo? O que isso aí vai mudar em alguma coisa? A perda dos valores sagrados e, consequentemente quando não se tem consciência do pecado, também não existe mais dentro do coração da pessoa humana o desejo de mudar de vida, de uma mudança de conversão, de uma mudança profunda. Quando na sociedade tudo é lícito, então o critério do bem já não são mais valores éticos, mais o bem é aquilo que é bom para cada um. Bem vai de acordo com o interesse pessoal. Ah! Isso é bom para mim, então continuo.
 Cada um procura o bem para si e, portanto, aumenta cada vez mais o egoísmo do individualismo e porque individualismo é também secularismo, é também consumismo. É impressionante como hoje cresce cada vez mais o número de pessoas que se dizem depressiva. A tendência exageradamente para o individualismo. Não se alimente mais o desejo das virtudes ou até mesmo de procurar santidade de vida. Santidade se torna algo fora de contexto, fora de moda. Mas tudo isso se dá quando nós perdemos o referencial de Deus. Tudo se perde quando nós perdemos a consciência de que o absoluto é somente Deus. Transformamos a virtude num sucesso individualista. Ah! Fulano é indivíduo virtuoso e não que bem sucedido. Ser bem sucedido na vida é quem passou a ser sinônimo de virtude. Não se fala mais de virtude com sacrifício da própria dignidade, da própria vida. Não se fala mais de virtude que é colocar-se a serviço dos outros, fazer bem aos outros. A prática da caridade numa sociedade marcadamente indiferente em relação as coisas sagradas, quem é honesto é fraco; o fulano é fraco por que é honesto demais, é fraco.
Honestidade passou a ser um vício, sinônimo de fraqueza, incapacidade de crescer. Quem é honesto, não cresce. É o que dizem por aí. Fulano não cresce porque é honesto demais. Quantas vezes nós escutamos isso. Eu tenho certeza que vocês já escutaram estas palavras que eu estou dizendo. Infelizmente numa sociedade em que uns querem subir pisando nos outros. É triste para um pai ter como chavão um jeitinho brasileiro colocando todos os brasileiros no patamar da desonestidade, da corrupção, como se não existisse mais consciências retas, dignas na nossa sociedade.
Quantas políticas sociais vergonhosas nós estamos percebemos na nossa sociedade. Quantas políticas que se utilizam de métodos vergonhosos para crescer. O importante é crescer acima de um partido; não é mais na sociedade, é acima do partido. É aí onde entra o papel fundamental da família para lutar contra todas estas situações de injustiça e de miséria. É de desonestidade que nós estamos ouvindo todos os dias e os católicos ficando simplesmente olhando, calado, achando que alguém tem de fazer alguma coisa quando, na realidade, somos nós que nos dizemos Católicos Cristãos que devemos assumir o papel transformador da nossa realidade social, porque o homem e a mulher receberam de Deus a missão de construir uma família. E, se a nossa sociedade vai mal, é porque é a nossa família que está precisando de ajuda. Família é dom de Deus, é dom de deus para filhos, para a sociedade. Não existe ninguém desonesto na sociedade que não tenha aprendido dentro da casa do pai e da mãe, infelizmente. Pai e mãe é que transmite valor moral. É quem tem essa capacidade de transmitir valor moral, de dialogar constantemente; não pode fugir a essa missão: Vem cá menino. Vamos conversar. O que está acontecendo contigo? Sente bem aqui. Vamos falar. Vamos conversar. Pai e mãe não pode fugir a essa missão. É tarefa, é compromisso.
A família precisa ser constantemente construída. Não é falar só uma vez não: é todo dia. Tem que ser regado com palavras de entusiasmo, de encorajamento, de afeto, com palavras justas de honestidade, de solidariedade, de paz, de fraternidade. Valores que precisam ser passados dentro da nossa casa. Precisamos resgatar a família, defendê-la e promovê-la, sobretudo diante de tantas ideologia que procuram até mesmo  desconfigurar e apresentar para a sociedade, um novo modelo de vida familiar já não mais constituído de pai e de mãe e de filhos, onde esses nomes de pai e mãe não, isso não importa não, apenas orientadores, gestores da pessoa; e aí vai perdendo o valor, a dignidade que tem uma mãe dentro da casa, aquele valor psicológico que tem uma mãe capacidade de transformar a família. A mãe tem um papel muito importante, decisivo na construção da personalidade dos filhos. A família é tão importante que Cristo quis nascer de uma família. Se a família não fosse importante, Deus teria vindo ao mundo de outra forma. Mas Ele preferiu vir ao mundo através de uma mãe tendo, ao seu lado um pai adotivo e por isso a Igreja não pode deixar de valorizar e trabalhar com famílias. Tantos movimentos que a Igreja faz em busca de ajudar as famílias, não é outra coisa para que cada um de nós nos convencesse da dignidade, da grandeza; da dignidade que cada um carrega porque é criatura de Deus, filho e filha de Deus. Quando a Igreja se reuniu na América latina com os bispos, em 1968, em Medelín na Colômbia, ela disse o seguinte: A família tem uma tríplice missão: 1ª. Que forma a pessoa humana. A família existe para formar a pessoa, ajudar a pessoa a ser pessoa, a ser humano. A 2ª. Missão da família é de ser educadora da fé. Pais que mandam os filhos para a catequese, mas não os acompanham, que trazem para o batismo e ali se encerram mesmo. Se o filho quiser ser crismado, isso é problema dele não entro nesse assunto. Vai para religião que ele quiser, a orientação religiosa com quem ele quiser e assim eu como pai e mãe vou me fugindo, vou saindo daquele meu papel do compromisso e da responsabilidade que eu tenho que ser de educador da fé do filho e da filha que coloquei no mundo. A 3ª.  Missão é ser promotora do desenvolvimento porque se existem justiças sociais, não é por outra coisa: Nós esquecemos que somos cristãos, nos esquecemos de que somos batizados e somos filhos de Deus pertencentes à mesma família de Deus, que somos irmãos e irmãs uns dos outros, que não podemos ser indiferentes o sofrimento dos nossos irmãos. É por isso que o lar cristão é o lugar onde os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Não é na Igreja não. É dentro da casa, do lar.
O lar é chamado Igreja Doméstica. Nós saímos de nossas casas para virmos ao Templo e dizendo: Vou a Igreja. Não é a Igreja porque a Igreja é dentro da nossa casa. É ali onde está a Igreja, onde cada um de nós se encontra. Aqui é a reunião da assembleia para louvar a Deus, para glorificar, para pedi, para suplicar pelos outros. Igreja Doméstica é lugar de graça, é lugar de oração. É escola de virtude. É na família que a pessoa aprende a ser virtuosa ou também pode aprender os vícios. É no seio da família que os pais são para os filhos pela Palavra e pelo exemplo, os educadores da fé. Se o pai coloca o filho, a filha na escola, obviamente é para que tenha instrução. Ninguém substitui pai e mãe, não. Quando as famílias se desacertam o prejuízo moral e social é muito grande. A gente até tenta consertar, mas o pai e a mãe são insubstituíveis na formação das virtudes. Portanto, o lar é aquele ambiente para a solidariedade, para a vida comunitária. É ali onde os filhos vão aprendendo o significado de ajudar uns aos outros, ser solidários. Ninguém pode querer que a solidariedade mude, se não mudarmos dentro da própria casa. Portanto, meus irmãos e minhas irmãs, que nesse dia das mães nessa santa Missa dedicada às famílias, nós possamos compreender que não haverá mundo melhor, se não começarmos dentro de nossa casa.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.







Pe. Júlio César Sousa de Jesus

Foto: Paulo Raimundo - Pascom
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quinta-feira, 11 de junho de 2015

EDITORIAL - O ESPÍRITO SANTO E OS PRIMÓRDIOS DE NOSSA FÉ




O ESPÍRITO SANTO E OS PRIMÓRDIOS DE NOSSA FÉ


No ano 325[1] o Concílio de Nicéia condenou o erro pelo qual alguns diziam que o Espírito Santo havia sido feito mediante o Filho. Condenou os Eunomianos ou Anomei, os Arianos, os Eudossianos, os Semi-arianos, Pneumatomacos, Sabelianos, Marcelinianos, Fontinianos e os Apolinaristas. Todos aqueles que não proclamam abertamente que o Espírito Santo é com o Pai e o Filho uma única potestade e substância; os que seguindo o erro de Sabélio, dizem que o Pai é o mesmo que o Filho; Condenou Ário e Eunômio que proclamaram igual impiedade e por falar também de dessemelhança sugeriram que o Filho e o Espírito Santo fossem criaturas. Considerou anátema os macedonianos, estes provenientes da estirpe de Ário, não mudaram a perfídia mas somente o nome. Condenou Fotino que renovou a heresia de Ebion e que confessava que o Senhor Jesus provém somente de Maria. Condenou os que inserem dois filhos, ou seja, um antes dos séculos e outro após a assunção da carne da Virgem Maria[2].
O Concílio condenou também aqueles que não dizem que o Espírito Santo, como o Filho, é verdadeiramente e propriamente do Pai, da divina substância e que é verdadeiro Deus. Condenou os que dizem ser o Espírito Santo uma criatura ou feito através do Filho, que dizem que o Pai não criou tudo, ou seja, as coisas visíveis e invisíveis, pelo Filho e o Espírito Santo. Quem não acredita que única é a divindade, a potestade, a majestade, a potência, a glória, o domínio, único Reino e única a vontade da verdade do Pai e do Filho e do Espírito Santo[3].
De acordo com Agostinho de Hipona, não devemos pensar que na Trindade possa existir distância de tempo ou espaço, no entanto devemos acreditar que as três pessoas são iguais, co-eternas em uma única natureza. Não devemos pensar que do Pai foi feita uma criatura, pelo Filho outra e uma outra agora por meio do Espírito Santo, mas que todas as coisas singularmente criadas existem em virtude da Trindade que as cria[4].
A Escritura Sagrada afirma muitas coisas sobre as singulares pessoas separadamente, mas isso acontece de maneira pedagógica, isto é, para que possamos entender que a Trindade é indivisível e inseparável[5]. Santo Agostinho, para referir-se à Trindade, utiliza-se de três faculdades fundamentais e inseparáveis: Memória, Inteligência e Vontade. Quando tomamos separadamente cada uma dessas faculdades uma não pode ser entendida sem as outras, porém essa similitude que faz Santo Agostinho em referência a Trindade não é de todo suficiente para expressar a grandeza do mistério do qual tratamos porque como afirma o concílio Lateranense IV existe entre o Criador e a Criatura uma dessemelhança maior que a semelhança[6].
Não podemos pensar que a Trindade seja co-natural a Deus. Mas Deus é a Trindade[7]. Toda ação divina é Trinitária em vista da inseparabilidade das pessoas, seja na criação, nas teofanias do Antigo e do Novo Testamento, na concepção de Jesus no seio de Maria, na voz do Pai sobre o Tabor, na manifestação corpórea de Pomba no batismo de Jesus ou nas línguas de fogo no dia de pentecostes[8]. Santo Agostinho afirma a inseparabilidade Trinitária e ao mesmo tempo apresenta o Pai como único princípio, como um só criador. E a Igreja Católica, afirma o Pai e o Filho como princípio único do Espírito Santo.
Se aquele que gerou é princípio do gerado, o Pai é princípio em referência ao Filho porque o gerou. Entretanto não é uma investigação de pouca importância inquirir se o Pai é também princípio em relação ao Espírito Santo, pois está escrito: procede do Pai. Se assim for, é princípio não somente do que gerou (Filho), mas também do que ele dá (Espírito Santo)[9].
Com isso elimina a possibilidade de se chamar o Espírito Santo de Filho, visto que ele procede do Pai não por geração, mas por inspiração. A esse respeito nos diz:
O que nasceu do Pai, diz relação ao Pai, como o Filho, por isso é dito Filho do Pai, não nosso. Por outro lado, o que foi dado, diz relação a quem deu e ainda a quem foi dado. Assim se diz do Espírito Santo. Não é somente do Pai e do Filho, mas também nosso, visto que o recebemos[10].
A ninguém deve impressionar o fato que o Espírito Santo seja co-eterno ao Pai e ao Filho e concomitantemente ser dito algo relativo sobre ele, como por exemplo, que nos foi dado no tempo. O Espírito Santo é Dom na eternidade, mas como doação ele o é no tempo[11]. Ele é o Dom do Pai e do Filho e do Filho ao Pai, ou seja: “Sempiterne Spiritus Donum, Temporaliter autem donatum”.







Pe. Júlio César Souza de Jesus
Professor do ICESPI




[1] Aqueles pois que dizem: “Houve (um tempo) em que ele não era” e “Antes que nacesse não era” ou dizem que Deus seja de outra substância ou essência ou seja transformável ou mudável, a estes a Igreja católica considera anátema. Cf. DS 126.
[2] Cf. DS 153-177.
[3] Cf. DS 153-177.
[4] Cf. Agostinho, Lettera 169,5.
[5] Cf. Agostinho, Lettera 169,5.
[6] “Porque entre o Criador e a criatura por grande que seja a semelhança, maior é a diferença” Cf. DS 806.
[7] Cf. Agostinho, Lettera 169,6.
[8] Cf. Agostinho, Doutrina Teológica 4,4.
[9] Cf. Agostinho, Trin V 14,15.
[10] Cf. Agostinho, Trin V 14, 5.
[11] Cf. AGOSTINHO, Trin V 16, 17.



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